segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Cymothoa exigua

Ontem não tive como postar, então hoje vai mais uma postagem legal pra vocês.



Cymothoa exigua é um crustáceo-parasita do tamanho de um polegar humano. São os sanguessugas de peixes hahahahaha. 

Ele entra pelas guelras (brânquias) e se fixa na língua do peixe e suga o sangue da língua tomando assim seu lugar. Há teorias de que os peixes com esse parasitas possuem melhor desempenho alimentar do que os que tem língua, pois ele ajudam na trituração.

Esse isópode ainda muda de sexo, ele amadurece como macho e logo em seguida muda para fêmea. Quando um outro parasita entra, ainda macho,  ele obriga o primeiro a se transformar em fêmea.

Ao fixar suas patinhas na língua e sugar o sangue, a língua atrofia as poucos e o parasita passa a ser a língua do peixe.
Foto: Google imagens

domingo, 20 de setembro de 2015

475 milhões de animais silvestres são atropelados no Brasil por ano

475 milhões por ano, esse é número, segundo o  Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE) de animais silvestres atropelados nas rodovias brasileiras. Animais desde sapos e cobras a onças-pintadas e lobos-guarás, sem contar os tantos outros. Isso causa problemas na biodiversidade.

Isso ocorre por falta de atenção de motoristas que vem em alta velocidade ou até por pura maldade  e por achar que determinado animal tem quem morrer porquê é perigoso e coisas do tipo. Eu chamo isso de PURA IGNORÂNCIA. Em alguns lugares foram instaladas placas educativas que reduziram (pouquíssimo) os atropelamentos além de cartilhas e até aplicativos, passarelas e túneis subterrâneos para espécies como o tatu. No entanto, só isso não basta. Em  Consciência, educação, menos ignorância ajudariam bastante também, ser "menos humano" por assim dizer, porque se continuar sendo "humano" demais a coisa piora. O atropelamento de animais podem também nos afetar, não só por causa do impacto da batida, mas também a nível global com baixa na biodiversidade e até extinção. 

Lobo-guará

Tamanduá-bandeira

Tatu

Fonte: viajeaqui.abril.com.br/national-geographic
Fonte das imagens: IPÊ/INCAB/projeto tatu-canastra





terça-feira, 15 de setembro de 2015

Voltando a ativa




Boa noite, pessoal. Faz tempo que não atualizo o blog, mas agora irei voltar. Além das curiosidades do mundo científico e da natureza irei colocar algumas dicas sobre assuntos e cursos voltados pra animais, plantas, uso sustentável, alimentação... Que estão bombando no mundo e que podem ajudar muita gente. 

Então, fiquem ligados e a vontade para ler o que vem por aí. Um blog antigo, com conteúdo novo sem deixar as raízes. 


Espero que gostem.






sábado, 10 de agosto de 2013

Carcharodon megalodon

    Carcharodon megalodon, também conhecido como Megalodonte, tinha cerca de 18metros 
    e foi extinto a uns 2 milhões de anos. Habitava quase todos os oceanos do mundo durante a Era Cenozóica. Ele semelhante  era ao atual tubarão-branco, talvez os adultos, caçassem baleias. 



Dente de Megalodonte
Arcada de Megalodonte


Escultura do que pareceu ser o Megalodonte
Fontes: Disvery Brasil e Mundo Pré-histórico

sábado, 20 de julho de 2013

Rã Arlequim, considerada uma das mais venenosas do mundo

Rã LINDA e VENENOSÍSSIMA. E ameaçada de extinção assim como várias outras espécies. O que o BICHO homem está fazendo com ele mesmo?!



Essa Rã do gênero Atelopus está em extinção. Há algumas décadas, este anfíbio era encontrado em quase toda a Costa Rica, mas atualmente apenas alguns exemplares são avistados em pequenas localidades do país, além de serem consideradas extintas no Panamá. A espécie é absolutamente sensível e está desaparecendo por pequenas mudanças climáticas que promovem alterações na temperatura das florestas, na qualidade do ar, precipitação de chuvas e baixo no fluxo de água.
Apenas a larva de uma mosca depositada nas costas do animal que penetra sua pele atigindo vários órgãos é o predador natural desse anuro.

Fonte: Jornal ciência

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Novas bactérias encontradas no fundo oceânico

Mar, Mar, Mar, meu lindo e doce... Oops! Salgado Oceano. =)

Pois é, a 3500m de profundidade (muito frio e muito escuro), foram encontradas algumas bactérias.

Estamos a descobrir que desconhecemos a maior parte dos organismos, pois não aparece nada parecido nas bases de dados de que dispomos”, afirma Josep Maria Gasol, investigador do CSIC que lidera a área de micro-organismos do projecto.

Uma das maiores surpresas foi encontrar bactérias capazes de degradar compostos muito tóxicos que se iam acumulando no fundo marinho resultantes da actividade humana, como o metil mercúrio. Outras bactérias “utilizam os produtos da degradação destes compostos tóxicos como fonte de carbono e energia”, explica Gasol.

A detecção destas “fábricas de reciclagem” no fundo do oceano permite aos cientistas identificar as regiões com maior acumulação de substâncias tóxicas e utilizar estas bactérias como sensores biológicos do estado dos ambientes onde habitam.

Outros dos organismos recolhidos na expedição abrem portas a aplicações biotecnológicas no campo da medicina. Os cientistas querem sintetizar uma nova geração de antibióticos perante o previsto esgotamento dos actuais já durante a próxima década.

Fonte: Ciência Hoje. (reportagem completa lá)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Cientistas 'ressuscitam' planta com 30 mil anos




Uma equipe de pesquisadores na Rússia, conseguiram "ressuscitar" uma planta que viveu no pleistoceno. Esses cientistas desenterraram frutos e algumas sementes da planta do solo gelado da Sibéria e a partir dos seus tecidos conservados abaixo de zero graus, conseguiram fazer réplicas da planta. A camada onde foram encontradas é camada de permafrost (sedimento abaixo do solo permanentemente congelado a baixo de zero graus) a cerca de 38 metros de profundidade. Essa camada, foi descoberto, é rica em material genético e uma reserva de genes antigos. Elas foram recolhidas e datadas com carbono 14, a partir disso foi possível a réplica do material. Apesar de ser o mesmo material genético da espécie de Silene stenophylla de 30 mil anos atrás, notou-se que fenotipicamente elas eram distintas.

Fonte: Ciência hoje.